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Arte em Cores / Parte 2

Na Parte 2 da Exposição Arte em Cores, que acontece entre 24/12 e 23/01/2022, apresentamos mais 12 artistas. Percorra nossa galeria virtual e aproveite!


Carla Bianca Barros da Silva
Marabá - Pará
Título: Homenagem ao mestre
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 0,90 x 1,83 x 0,015m

Nascida e residente em Marabá (PA), estuda licenciatura em Artes Visuais na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará – Unifesspa, e trabalha como manicure. A relação com as artes é algo presente desde a infância. É um talento que herdou do pai e que nasceu da curiosidade de o acompanhar desenhando, tendo sido estimulada por ele a seguir criando.

No painel Homenagem ao mestre, a artista mescla técnicas com spray, tinta acrílica e cola. A inspiração vem de sua futura profissão e não deixa de ser uma crítica à desvalorização da educação no país.

  carlabianca.dias14@gmail.com

Carlinhos Pintor
Tucumã - Pará
Título: Mapa
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Maranhense de Coroatá e residente em Tucumã, no Pará, há mais de 20 anos, dedica-se ao ofício das tintas. Além dos painéis e telas, trabalha com pintura residencial e automotiva. Como artista, já atuou em projetos sociais e terapêuticos, realizando oficinas de criação em ONGs de atendimento a crianças e adolescentes e ensinando técnicas artesanais a adultos em atendimento no CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).

Na obra selecionada, intitulada MAPA, Carlinhos Pintor mescla aspectos da diversidade cultural e natural do Maranhão e do Pará – como a castanha, o babaçu, o sonho do ouro, o carimbó e o bumba-meu-boi. O título da obra é uma junção das siglas das duas unidades federativas.

  hkartespinturastuc@gmail.com

Edermais
São Pedro da Água Branca - Maranhão
Título: Pai
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Artista autodidata, trabalha com diversas técnicas e materiais distintos, tendo o desenho como referencial e porta de entrada para as demais linguagens artísticas. Nasceu no povoado de Curvelândia, no Maranhão, e foi criado em São Pedro da Água Branca, onde atualmente vive e desenvolve trabalhos autorais e por encomenda em desenho realista, além de trabalhar com pintura industrial, residencial e desenvolver letreiros e painéis para o comércio da região.

A obra Pai é o primeiro dos painéis do artista a que ele deu um título. O nome é uma homenagem ao próprio pai e também ao país, em termos mais amplos. Nele, o artista mescla técnicas com pincel, spray e finalização em lápis de cor. Motivado por questões ambientais, o contexto das eleições municipais e da pandemia de Covid-19, o artista buscou uma reflexão sobre apatia e tristeza de um povo. Para o artista, esse é o retrato do Brasil – um país jovem, mas cansado, onde a lágrima também é capaz de regar a esperança.

  edermais3@hotmail.com

Eva Wendy
Parauapebas - Pará
Título: Tempos de lembrar
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Natural de Parauapebas, no Pará, viveu parte da infância e da adolescência no Piauí e, há cerca de sete anos, regressou à terra natal, onde estuda Engenharia Florestal na Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA. Como artista autodidata, explora diferentes técnicas do desenho e hoje se dedica também ao aprendizado da tatuagem.

Tempos de lembrar foi o maior painel já desenvolvido pela artista, habituada a formatos menores. Outro desafio foi o uso do spray – o que permitiu explorar novas técnicas e referências absorvidas ao longo do processo das oficinas. Segundo a artista, o ambiente belo e onírico retratado na obra carrega ironia, constituindo-se uma crítica sutil aos tempos atuais.

  evawendy22@gmail.com

Fabiano Dias de Sousa
Ourilândia do Norte - Pará
Título: Vale e o meio ambiente abstract
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Paraense de Redenção, vive em Ourilândia do Norte, onde trabalha como editor audiovisual e quadrinista. As principais referências para seus painéis vêm do HQ e da pintura abstrata, sendo também influenciado pelo contexto da região – com a presença de aspectos naturais amazônicos, rurais e da mineração.

Na obra selecionada, Vale e o ambiente abstract, o artista funde elementos sociais e naturais a intervenções gráficas, tendo como ponto de partida imagens noturnas da região onde mora.

  fs906453@gmail.com

Jonas Barros
Marabá - Pará
Título: Ribeirinhos
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Nascido e residente na Velha Marabá, distrito de Marabá (PA), cresceu entre os rios Tocantins e Itacaiúnas, que povoam suas imagens e as memórias do filho de pai pescador e mãe lavadeira. Considerado um artista prodígio na região, ganhou fama na década de 1990, ainda adolescente, pelos trabalhos realizados em nanquim, tendo participado de concurso organizado por Rildo Brasil (1966), artista plástico e cartunista, fundador da Associação dos Artistas Visuais do Sul e Sudeste do Pará.

Entre 1997 e 1999, participou de diversas mostras coletivas e individuais na região, expondo seus desenhos em nanquim. Hoje trabalha como porteiro em um condomínio e se viu incentivado a retomar o fazer artístico após a seleção e as oficinas do Projeto Arte em Cores. No painel Ribeirinhos, o artista usa técnica mista em tinta acrílica, spray e finalização em nanquim. A obra é uma homenagem às próprias origens e uma reflexão sobre a importância do homem em paz com a natureza.

  jonasbarros11@gmail.com

Lea Sousa
Açailândia - Maranhão
Título: Sobrevivente
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Artista autodidata, nascida e residente em Açailândia (MA), é a primeira vez que participa de um edital cultural. Desde criança mantém vivo o interesse em desenhar e, a partir de 2015, apaixonou-se pela pintura a óleo. Trabalha com murais e telas sob encomenda, embora ainda não seja sua principal atividade profissional.

Em seu painel Sobrevivente, mescla diversas técnicas para tecer uma crítica à degradação ambiental das queimadas de 2020, retratando um tuiuiú em desesperada fuga entre as chamas.

  leane992311735@gmail.com

Lucas Couto
Parauapebas - Pará
Título: sem título
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 0,90 x 1,83 x 0,015m

Engenheiro florestal por formação e multiartista por convicção, Lucas Couto se inspira nos mestres da cultura popular para produzir seus painéis, mixagens musicais e tatoo. É um apaixonado pelo Norte e pelo Nordeste do país, que percorre com sua Kombi-museu, em busca de aprender técnicas e tradições que estão se perdendo com o tempo, como os pigmentos naturais dos índios xikrins e os tijolos de adobe do sertão da Bahia. Há cinco anos deixou de lado o emprego em uma mineradora e, sempre que possível, realiza imersões culturais e residência artística em diferentes cantos, já tendo percorrido 14 estados brasileiros e 4 países da América Latina.

No painel exposto, retrata um pouco da Amazônia e do Sertão, mas prefere não comentar a obra, deixando a interpretação ao visitante. Apesar da diversidade, seus murais têm algo em comum: nunca recebem título e, apesar dos tons sempre vivos e alegres, trazem figuras da fauna com os olhos tristes – uma crítica a tudo que a humanidade anda fazendo com o planeta. As principais influências são da arte indígena e popular e da psicodelia. Entre os estilos de referência, o artista cita o geometrismo de Maurits Cornelis Escher e o realismo fantástico de Hieronymus Bosch.

  lucasrodriguescouto@gmail.com

Maria Delmondes
Açailândia - Maranhão
Título: Astro
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 0,90 x 1,83 x 0,015m

Descobriu as tintas do pai mais ou menos na época em que estava sendo alfabetizada. Começava, assim, uma intensa relação que ainda persiste em sua expressão artística – focada, principalmente, em sketches e esboços de desenhos realistas, ilustrações e edição de conteúdo digital. Nascida em Jacundá (PA), desde 2013 mora em Açailândia (MA).

Familiarizada com os formatos A3 e A4, a artista conta que se sentiu intimidada pelo MDF em grande formato e pelo desafio de criar um painel em 15 dias. O sentimento de escapismo e certo desejo de fuga deram o tom à obra e culminaram na figura do astronauta, logo apelidado de Astro. Outra referência para a criação foi a canção Rocketman, de Elton John.

  mdelmondes98m@gmail.com

Reginaldo Ferreira
Alto Alegre do Pindaré
Título: Facínora
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 0,90 x 1,83 x 0,015 m

Nascido e criado em Alto Alegre do Pindaré (MA), o artista ainda cedo manifestou o dom pelos desenhos. O acesso a materiais, porém, não era a realidade do menino, filho de pai e mãe que trabalhavam na lida de quebrar coco de babaçu para sustentar a família. Os primeiros pincéis e a tinta guache lhe foram apresentados mais tarde, como presente do poeta Altemar Lima, que enxergou e incentivou o talento nato do garoto.

Quando chegou a vez de estudar e se profissionalizar, os caminhos tiveram que ser outros, mas a arte sempre seguiu como atividade paralela. Formado como técnico agrícola e graduado em Pedagogia, Reginaldo Ferreira hoje concilia o emprego público com os pincéis. A cultura local e a biodiversidade da sua região são temáticas recorrentes. Em Facínora, faz uma crítica à ação perversa do homem que ameaça a vida e a cultura dos índios, provoca o assoreamento do Rio Pindaré, acelerando o desaparecimento das capivaras e a mortandade dos peixes.

  reginaldosilva071085@gmail.com

Rod77
Parauapebas – Pará
Título: Pulsatrix de Escher
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

Geógrafo e professor em Parauapebas (PA), Rodrigo Martins utiliza a arte para falar de conservação. Nascido em Belo Horizonte, há dez anos trocou as Minas Gerais pela Amazônia. A principal influência artística é o pai, que o ensinou a construir maquetes arquitetônicas e, juntos, trabalharam neste ofício por mais de 15 anos. Já a inspiração vem das viagens, da estrada e de conhecer culturas diferentes. Além do grafite, cria bonecos para teatro, atua como DJ e participa de projetos culturais ligados ao hip hop na região.

Em Pulsatrix de Escher, o artista cria uma coruja estilizada, um exemplar da família pulsatrix perspicillata, conhecida popularmente como murucututu, bastante comum na Amazônia e na Mata Atlântica do Nordeste. Em tons alegres e grafismos que remetem ao pintor holandês Maurits Cornellis Escher e também à cultura indígena e marajoara, Rod77 busca chamar a atenção para a preservação das florestas, já que essa e outras grandes aves de rapina dependem do equilíbrio de todo o ecossistema para se manterem vivas.

  rodrigomfgeo@gmail.com

Sydney
Monte Alegre do Pindaré - Maranhão
Título: Racismo é burrice
Técnica: mista sobre MDF
Ano: 2020
Dimensões: 1,83 x 0,90 x 0,015m

É um artista natural de Alto Alegre do Pindaré, no Maranhão. Autodidata, trabalha com desenho realista há muitos anos e sempre busca aprender novas técnicas – especialmente após um acidente que, há cinco anos, fez com que passasse a usar cadeira de rodas.

No painel Racismo é burrice, o artista utiliza técnicas mistas de grafite e pintura – linguagem a que não está muito familiarizado e que o instigou a buscar mais conhecimentos. A temática é um assunto que interessa ao artista e está sempre presente em seus trabalhos.

  sidneylita02@gmail.com

Rua das Esmeraldas, 141
Jardim das Palmeiras
Canaã dos Carajás/PA

 

Comunicado

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